A verdade de um homem é sempre mais bela, mais misteriosa, do que a ficção convencional.
E as convenções… Como invadem nossas verdades!
A verdade de um homem é sempre mais bela, mais misteriosa, do que a ficção convencional.
E as convenções… Como invadem nossas verdades!
Encontrei! Encontrei a fórmula para o cultivo do Sentimento Maior!
O Sentimento Maior é livre!
O Sentimento Maior tem asas!
Tu brincas com os raios, me dás a mão e levo choques…
Eu também sou poeta, mas meus Raios são palavras para nós dois.
E há os raios da ira que ficaram guardados pra próxima rodada… Esses, nunca os verás porque só a Abelha os encara – a Amiga – a poderosa!
Não somos nada do que pensas.
Somos os raios que te cegam!
Um vivia preso, ensimesmado, com os segredos trancados dentro;
Outro era passarinho de poucos pousos. Voava só. Dispersando folhas aos quatro ventos.
Aquele não sabia se andava só ou acompanhado.
E você era livre em falso!
Há de advir o Homem Inteiro…
Aquele com a Liberdade à mostra, os pés no chão e as duas mãos para proteger meu coração.
Nesses lugares, não-lugares
Nesses espaços sem tempo
Nesses vazios sem voz
Quando o invisível também aplaca
Resistir
Resistir sempre
Liberdade! Liberdade terrestre!
Quem a encontra sem tê-la procurado não a pode esquecer.
Aquele acreditava que a liberdade era inacessível, um sonho, uma idéia de filósofo. Havia-se conformado e, para se proteger, criara uma couraça. Camadas sobre camadas de pele grossa em seu corpo.
Diziam-no ‘o homem-jabuti’.
Um dia, no escuro da carapaça, estourou o mundo em lucidez.
Do nada, uma risada clara iluminou a morada.
E lá estava ela: em cada palavra, em cada instante, em cada lugar à sua volta, na Transparência, na fluidez das coisas, a Liberdade que não se busca.
Gostaria de aplicar toda minha Vontade em não possuir nada, não guardar nada, não exigir nada. Não para me libertar das amarras e dos sofrimentos, mas porque não há Verdade que se possa possuir.
Não busco a Deus, mas ao Homem
Não procuro o Paraíso, mas a Terra