Quando o apaixonado fita os abismos de si mesmo,

Já não vê mais os olhos dela.

Quando o apaixonado sossega,

Já não enxerga mais o amor.

Busca novas cegueiras…

Até sentir saudades dos olhos dela.

E volta para casa

E ama

E se abisma

E sossega

E vai

E volta

Está tão ocupado em inquietar-se que não vê nascerem rugas em torno dos olhos dela…

Não nota que ela morre…

Que quatrocentas vezes, ela morre.

E quatrocentas vezes ela renasce.

Então sozinha, ela celebra seus quatrocentos enterros e quatrocentos renascimentos.

E abismada em vida e morte, fita a fundura dos olhos dele!

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